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Trabalhadores públicos federais fecham entrada da Câmara dos Deputados e exigem reunião com Rodrigo Maia

Após intensa pressão dos trabalhadores e com o apoio de parlamentares da oposição, o presidente se comprometeu a receber os representantes das entidades nacionais às 18h


Nesta manhã, 28, cerca de 3.000 servidores públicos federais sitiaram a entrada do Anexo II, da Câmara dos Deputados, em Brasília-DF. Em protesto contra a reforma da Previdência e o pacote de maldades do presidente ilegítimo Michel Temer, os trabalhadores técnico-administrativos em educação das universidades públicas e instituições de ensino superior engrossaram as fileiras da manifestação.

Os servidores exigiram uma reunião com o presidente da Casa, Rodrigo Maia. Após intensa pressão dos trabalhadores e com o apoio de parlamentares da oposição, o presidente se comprometeu a receber os representantes das entidades nacionais às 18h.

Com faixas, buzinas, bandeiras e palavras de ordem de “Fora Temer”, “Não tem arrego, você tira a previdência e eu tiro seu sossego”, a manifestação tomou a via principal, após a intervenção da polícia militar no protesto.

Enquanto isso, centenas de caravaneiros foram barrados pela polícia militar em uma atitude autoritária, na altura da Catedral de Brasília junto a manifestantes do MST, MTST e estudantes que vieram apoiar os servidores. Com auxílio dos parlamentares que negociaram junto à polícia militar, os manifestantes foram liberados após duas horas.

A FASUBRA destaca que a greve dos técnico-administrativos teve um papel fundamental no ato realizado na manhã de segunda-feira (27) no Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão e na manifestação de hoje, e possibilitou o agendamento da reunião de hoje com o presidente da Câmara. “Agora nossa tarefa é ampliar a greve e participar ativamente da Greve Geral, convocada pelas centrais sindicais no dia 05 de dezembro”.

A Federação  convoca as entidades filiadas a realizar ações conjuntas com atos nos estados, pressão sobre os parlamentares nos aeroportos. “Neste momento, os trabalhadores devem tomar as ruas para resistir os ataques do governo e garantir os direitos”.

Assessoria de Comunicação FASUBRA Sindical

Fonte: FASUBRA.