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Debate e ato público marcam o Dia Nacional de Luta com Paralisação e Greve em Vitória

Por Comunicacao
14 de Novembro de 2017 às 18:08

A classe trabalhadora fez a luta contra a Reforma da Previdência, pela revogação da reforma trabalhista e da terceirização, em defesa da educação pública e por nenhum direito a menos, na sexta-feira, 10 de novembro, Dia Nacional de Luta com Paralisação e Greve, que começou logo cedo, no campus de Goiaberias, na Ufes, com debates e terminou com um ato público do campus até a sede da Petrobras, na Reta da Penha. 

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"Estamos nas ruas em defesa da educação pública, em defesa dos nossos direitos e para que a população capixaba possa ter o seu direito de estudar nas escolas públicas e na nossa universidade e para ter direito de ser atendida nos hospitais públicos e a utilizar outros serviços públicos que estão sendo atacados pelo governo de Michel Temer", assinalou o coordenador-geral do Sintufes, Wellington Pereira, no início do ato, logo após a saída do campus de Goiabeiras. 

Adufes
Os trabalhos do Dia Nacional de Luta com Paralisação e Greve passaram, no início da tarde, pela Adufes, no campus de Goiabeiras, com o debate sobre a Medida Provisória (MP) nº 805/17”. 

A MP 805 do governo ilegítimo vai aumentar a contribuição previdência, de 11% para 14%, dos servidores que ganham acima de R$ 5.531,31 mil. 

Na roda de conversa foi explicado que os 14% vão incidir sobre o valor que exceder os 5.531,31. Ex: quem recebe 5.831, os 14% vão ser descontado sobre os R$ 300. Mas o desconto dos 11% sobre os 5.531 continuam valendo. E depois a lógica é do juros sobre juros com a lógica da matemática financeira retirando dinheiro do trabalhador. 

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Manhã
A sexta-feira, 10, começou com debate sobre os ataques do governo à classe trabalhadora e aos serviços públicos, no prédio da Reitoria da Ufes. 

O coordenador-geral do Sintufes, Wellington Pereira, falou sobre os projetos e reformas do governo ilegítimo de Michel Temer que têm como objetivo atacar as conquistas da classe trabalhadora e reduzir os investimentos nos serviços públicos essenciais à população brasileira.

A palestra do coordenador iniciou o debate que marca as atividades, na parte da manhã, do Dia Nacional de Luta com Paralisação e Greve na Ufes, que acontece no prédio da Reitoria, no campus de Goiabeiras, em Vitória.

Os ataques às carreiras dos servidores públicos, que também fazem parte da agenda de Temer, foram destacados. A coordenadora de Assuntos Jurídicos do Sintufes, Joanicy Pereira, leu uma carta do Forgepe (Fórum dos Pró-Reitores de Gestão de Pessoas das IFES).

O documento faz um alerta à Andifes (Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior) sobre os projetos de Temer que podem impactar drasticamente sobre o PCCTAE, acabando com licenças para qualificações, progressões etc.

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Direitos humanos 
O militante dos direitos humanos e técnico do CCS, Toninho Lopes ressaltou que o Sintufes tem se destacado na pauta da promoção dos direitos humanos tanto na questão LGBT quanto na questão do combate ao racismo. E que isso é essa temática é de fundamental importância enquanto pauta do movimento sindical, uma vez que os direitos humanos também vêm sendo gravemente atingido pela política temerária.

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