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Categoria reforça ações em defesa das 30 horas

Por Comunicacao
10 de Janeiro de 2018 às 16:43

Assembleia reforça ações de enfrentamento em defesa das 30 horas no Hucam e contra os ataques do ‘rei’ à jornada de trabalho

O ano mal começou, mas a categoria dos TAEs, no Hucam, segue focada na luta contra os ataques do reitor da instituição à jornada flexibilizada de 30 horas, no Hospital. 

Em assembleia geral, realizada na manhã desta quarta-feira, 10, na subseção sindical do Sintufes, no campus de Maruípe, os trabalhadores reafirmaram a sua disposição de seguir firme e forte na luta política em favor da jornada de 30 horas, em vigor há mais de 20 anos no Hucam, agilizando o atendimento e sem gerar prejuízos à instituição. Além de ser uma jornada de trabalho ideal para a área da saúde e não apenas do serviço público.  

O próximo capítulo desse enfrentamento será a partir das 6 horas desta quinta-feira, 11, com o atod e lançamento da campanha “Pelas 30 horas, doo meu sangue”, no qual trabalhadores vão doar sangue e fazer panfletagem como forma de alertar a gestão da Ufes e da Ebserh pela importância da manutenção da jornada flexibilizada no Hucam. Confira aqui a versão digital do panfleto com a arte e informações sobre a campanha.  

A assembleia deliberou, ainda, buscar a manutenção da jornada flexibilizada na Justiça. E o setor Jurídico do Sintufes já está trabalhando para dar andamento a esse processo. A advogada do Contudo, o foco nas atividades políticas vão dar à tona das próximas ações em defesa da jornada flexibilizada. 

Veja como foi a assembleia e as deliberações definidas pela categoria
A assembleia começou cedendo espaço para a comissão especial (instituída antidemocraticamente pelo reitor e sem a presença do Sintufes). A comissão foi criada para acompanhar a decisão ad referendum (do próprio 'rei') de revogação da flexibilização da jornada (30 horas) no Hospital e para organizar o processo de remanejamento para a jornada de 40 horas.

A categoria expôs a sua insatisfação à comissão, destacando que ela foi criada pelo ‘rei’ para revogar a flexibilização da jornada no Hucam. Sem que essa decisão tenha sido referendada pelo Conselho Universitário, inclusive, reforçando o caráter ditatorial e monocrático do reitor perante as demandas dos TAEs. 

A assembleia definiu: 
-Seguir construindo um calendário de mobilização (a ser elaborado por uma comissão da categoria); 
-A comissão da categoria vai acompanhar os trabalhos da comissão especial (do reitor) que vai começar a visitar os setores para fazer o remanejamento (mudança da jornada de 30 para 40 horas);
-Os trabalhadores não vão aceitar o remanejamento de setor (que pode ser uma das orientações da comissão do reitor); 
-Nova assembleia geral no dia 17 de janeiro, às 9 horas, no Hucam; 
-Promover atos em setores estratégicos do Hucam e da Ufes; 
-Dar encaminhamento ao processo judicial; 
-Definição de dois nomes (Marcelino e Geraldo) como representantes da categoria no Conep/Hucam (Conselho de Pesquisa do Hospital).  
 

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